Carteira De Investimentos Em FIIs Planilha Excel Grátis
Controle sua carteira de FIIs, proventos, preço médio, rentabilidade e dashboard em Excel para investir com visão clara.
Esta planilha organiza sua carteira de FIIs em Excel, calcula preço médio, valor investido, valor atual, proventos recebidos, Dividend Yield anual, lucro ou prejuízo e rentabilidade. Ela também traz um dashboard para você enxergar o peso de cada ativo e acompanhar a evolução da carteira sem ficar somando tudo na mão.
Na prática, você preenche a aba de carteira com os dados de compra e a aba de proventos com os rendimentos recebidos, e a planilha consolida os números. Isso é útil quando você tem 5, 10 ou 20 fundos e quer saber, por exemplo, se os R$ 20.000 aplicados em 2026 já geram renda mensal suficiente para cobrir R$ 180 de despesas.
As abas Carteira_FIIs, Proventos, Resumo_Dashboard e Instrucoes foram montadas para manter a rotina simples e a leitura rápida. Você vê os dados operacionais, os rendimentos e o resumo visual em um fluxo que faz sentido para acompanhamento mensal.
As principais vantagens desta Planilha de Excel
- Acompanha o preço médio por fundo, evitando erro de conta quando você faz compras em datas diferentes.
- Mostra o valor investido e o valor atual da carteira em reais, com leitura imediata do ganho ou perda.
- Calcula o Dividend Yield anual para você comparar fundos com base no rendimento que realmente entra.
- Centraliza proventos recebidos em um histórico que ajuda a conferir se o fluxo mensal está coerente.
- Organiza os FIIs por segmento, facilitando a leitura de concentração em logística, papel, shoppings ou híbridos.
- Ajuda a visualizar lucro/prejuízo e rentabilidade % sem precisar montar conta em paralelo no caderno ou no celular.
- Entrega um dashboard que resume a carteira com mais rapidez do que abrir cada linha individualmente.
Guía paso a paso
- Abra a aba Carteira_FIIs e confira os campos de cada fundo, como ticker, segmento, gestora, CNPJ, quantidade de cotas e preço médio.
- Preencha a data da compra, a quantidade de cotas e o preço médio pago por cota. A planilha usa esses dados para formar o valor investido e comparar com a cotação atual.
- Registre os proventos na aba Proventos com a data do pagamento, o fundo e o valor recebido. Isso alimenta o controle de renda da carteira.
- Revise a aba Resumo_Dashboard para ver a consolidação visual, a distribuição dos fundos e a leitura geral do desempenho.
- Use a aba Instrucoes como guia operacional se quiser repetir o preenchimento todo mês com a mesma lógica.
- Atualize as cotações e os proventos sempre que houver novos dados. Assim, a comparação entre valor investido e valor atual continua confiável.
- Se você aportar mais R$ 1.000 em um fundo, inclua a nova operação na carteira para manter o fluxo de caixa e a rentabilidade consistentes.
Funciones incluidas
Como a conta da carteira de fiis funciona
A lógica central da planilha é simples: você multiplica a quantidade de cotas pelo preço médio para achar o custo de entrada e compara isso com a cotação atual para medir o resultado. Se você comprou 50 cotas de HGLG11 a R$ 162,50, o investimento inicial foi de R$ 8.125; se a cotação atual está em R$ 168,90, o valor de mercado sobe para R$ 8.445, uma diferença de R$ 320 antes dos proventos.
Na mesma linha, 40 cotas de KNRI11 a R$ 148,20 representam R$ 5.928 investidos; com cotação de R$ 155,40, o valor atual vai a R$ 6.216, criando R$ 288 de valorização. Quando você soma isso na planilha, o lucro/prejuízo deixa de ser uma percepção e vira conta fechada em reais, sem depender de memória ou de print de corretora.
Onde entram os proventos
Os proventos recebidos entram como complemento da valorização da cota. Se uma carteira com R$ 20.000 investidos recebe R$ 180 por mês, o acumulado em 12 meses chega a R$ 2.160, e esse valor muda completamente a leitura do retorno total.
Por que o cálculo precisa ficar separado por fundo
Cada FII tem comportamento próprio de preço, rendimento e segmento. Separar linha a linha permite comparar um fundo de papel com outro de logística sem misturar custo de entrada, renda mensal e variação de mercado, o que evita distorções no resultado final.
Impostos, regras e custos que afetam fiis
Em FIIs, o ponto fiscal mais sensível é o tratamento dos rendimentos e do ganho de capital. Na prática, os rendimentos mensais distribuídos por fundos imobiliários são isentos de IRPF para pessoa física quando a estrutura do fundo atende às regras legais, mas o ganho na venda das cotas pode ser tributado em 20% via DARF de ganho de capital, com apuração separada da renda isenta.
Isso muda a conta do retorno. Se você compra um FII por R$ 10.000 e vende depois por R$ 12.000, o lucro de R$ 2.000 gera imposto de R$ 400, reduzindo o ganho líquido para R$ 1.600; já os R$ 180 mensais de proventos entram como renda recebida sem o mesmo efeito de retenção na fonte, o que deixa a análise da planilha mais fiel ao caixa real.
Taxas e custos que você não pode ignorar
Mesmo quando o rendimento é isento, a operação tem custo de corretagem, emolumentos e eventual taxa de custódia na B3, se houver. Se você paga R$ 4,90 por ordem e faz 12 compras no ano, já são R$ 58,80 que precisam entrar na sua leitura de rentabilidade para não superestimar o ganho.
Posição técnica para a análise
Para acompanhar FIIs, faz mais sentido olhar retorno líquido por fundo do que só o rendimento mensal bruto. Uma carteira que paga R$ 200 por mês mas carrega R$ 120 de custo total anual de operação tem um resultado bem diferente de outra que paga o mesmo valor com custo zero; a planilha ajuda você a enxergar essa diferença sem chute.
Onde investidores perdem dinheiro ao acompanhar fiis
O primeiro erro é confundir rendimento alto com boa carteira. Um fundo que distribui R$ 1,20 por cota sobre uma cota de R$ 80 pode parecer mais atraente do que outro que paga R$ 0,90 sobre uma cota de R$ 180, mas sem olhar o preço médio e o valor atual você pode comprar rendimento aparente e ignorar risco de queda.
O segundo erro é não atualizar o preço médio quando faz novos aportes. Se você tinha 30 cotas compradas a R$ 150 e adiciona mais 20 cotas a R$ 170, o custo total vira R$ 8.900 e o preço médio passa a R$ 158,82; sem essa atualização, você acha que está no lucro quando, na verdade, a conta real pode estar apertada.
Quando a falta de registro custa mais
Se você deixa de lançar R$ 520 de proventos de HGLG11 e R$ 440 de KNRI11, a soma de R$ 960 some do seu histórico anual e distorce o Dividend Yield. Em 12 meses, isso vira R$ 11.520 de renda não rastreada, valor suficiente para alterar sua decisão entre reinvestir ou sacar.
Como a planilha expõe o erro
A estrutura da aba de carteira e da aba de proventos força você a enxergar a relação entre quantidade, cotação e renda. Quando um ativo aparece com lucro negativo de R$ 300 mas continua entregando R$ 50 por mês, a planilha deixa claro se ele ainda faz sentido ou se está só ocupando espaço na carteira.
Quando a renda mensal já aparece separada por ativo, o passo seguinte é projetar quanto essa renda recorrente sustenta seu orçamento sem depender de novas entradas.
As alavancas que mais melhoram sua carteira de fiis
A primeira alavanca é o aporte mensal. Se você investir R$ 500 por mês em um FII que rende algo próximo de 0,8% ao mês em proventos, o fluxo de renda cresce de forma acumulada e, em 12 meses, os aportes somam R$ 6.000 sem contar valorização.
A segunda alavanca é comprar com preço médio menor. Se uma posição de 40 cotas cai de R$ 155,40 para R$ 148,20 de custo médio após um novo aporte, o ponto de equilíbrio melhora e o retorno percentual sobre o capital investido fica mais favorável.
O que fazer primeiro
- Se a carteira está muito concentrada, reduza a exposição por fundo antes de aumentar o valor total investido.
- Se o preço médio está alto, avalie novos aportes em fundos com melhor relação entre preço e rendimento.
- Se os proventos variam muito, compare o histórico mensal na aba de proventos antes de reinvestir.
Na planilha, essas alavancas aparecem no ajuste do valor investido, na leitura do valor atual e no acompanhamento da renda mensal. Para um investidor com R$ 30.000 em FIIs, uma melhoria de 0,5 ponto percentual no retorno anual representa cerca de R$ 150 a mais por ano; parece pouco, mas em 10 anos isso muda a renda acumulada.
Esse ganho fica mais claro ao concentrar os aportes na carteira de investimentos, onde o peso de cada fundo e a renda acumulada aparecem lado a lado.
Preguntas frecuentes sobre esta planilha
Sim. A estrutura da aba Carteira_FIIs permite listar vários fundos, cada um com ticker, segmento, gestora, CNPJ, preço médio e rentabilidade. Se você controla 8 FIIs ou 25 FIIs, a lógica continua a mesma e a consolidação fica mais organizada.
O arquivo foi montado para controlar os dados de compra e manter o preço médio visível na carteira. Se você compra 20 cotas a R$ 150 e depois mais 10 cotas a R$ 170, o custo médio da posição muda para R$ 156,67, e essa leitura é o que sustenta o restante da análise.
Os rendimentos são acompanhados na aba Proventos. Isso ajuda você a somar os valores pagos por mês, como R$ 120 em um fundo e R$ 95 em outro, e entender quanto a carteira está realmente gerando em caixa.
Sim. Ela compara o valor investido com a cotação atual e exibe o resultado em reais, o que é mais útil do que olhar só a variação percentual. Uma posição que caiu R$ 280 precisa ser tratada de forma diferente de outra que caiu R$ 30.
Sim. A aba Resumo_Dashboard foi pensada para a leitura visual da carteira, com resumo rápido dos dados principais. Isso reduz o tempo de conferência quando você quer olhar a situação geral sem abrir linha por linha.
Ajuda porque você enxerga o fluxo de proventos e o valor atual de cada posição. Se sua carteira gera R$ 180 por mês, você pode usar esse valor para estimar quantas cotas novas cabem no próximo aporte e acompanhar a evolução mês a mês.