Tabela Price Planilha Excel Grátis
Simulador Price com parcelas, amortização e resumo do financiamento em Excel para comparar custo total e saldo devedor.
Esta planilha calcula um financiamento pela Tabela Price, com parcelas fixas, juros embutidos e evolução do saldo devedor. Ela traz uma aba de simulação, uma tabela de amortização, um resumo e instruções para você conferir cada número em reais.
Na prática, você digita valor financiado, taxa mensal, prazo e data de início, e a planilha mostra o efeito da conta mês a mês. Isso ajuda a enxergar quanto vai para juros, quanto amortiza da dívida e qual é o custo total do contrato.
Se você já recebeu proposta de banco com parcelas “cabendo no bolso”, aqui você vê o que está por trás dela. Em um empréstimo de R$ 250.000 a 1,25% ao mês por 24 meses, a diferença entre parcela, juros totais e saldo final aparece sem chute.
As principais vantagens desta Planilha de Excel
- Mostra a parcela fixa da Tabela Price com base em valor, taxa e prazo definidos por você.
- Expõe quanto de cada pagamento vira amortização e quanto vai para juros, mês a mês.
- Calcula um exemplo real de R$ 250.000 em 24 meses para você conferir a ordem de grandeza do contrato.
- Ajuda a comparar o custo total do financiamento antes de assinar, sem depender só da parcela anunciada.
- Organiza os dados em abas separadas para simulação, amortização, resumo e instruções.
- Facilita identificar o saldo devedor em cada mês e o impacto de alongar o prazo.
- Reduz erro de digitação porque os campos de entrada ficam destacados em amarelo na aba principal.
Guía paso a paso
- Abra a aba Simulador Price e revise os campos editáveis destacados. Você encontra ali valor financiado, taxa mensal, prazo e data de início.
- Informe os seus números reais. Se você colocar R$ 180.000, 1,20% ao mês e 36 meses, a planilha já parte desse cenário.
- Confira a aba Tabela de Amortização para ver parcela por parcela. É nela que aparece a divisão entre juros, amortização e saldo devedor.
- Use a aba Resumo para enxergar os totais consolidados. Você compara valor total pago, juros totais e saldo final sem somar manualmente.
- Leia a aba Instruções antes de alterar a estrutura. Isso evita mexer em fórmulas e perder a lógica da conta.
- Se quiser comparar propostas, altere só taxa, prazo ou valor financiado e observe o efeito. Uma mudança de 0,50 ponto percentual ao mês em R$ 250.000 faz diferença relevante no custo final.
Funciones incluidas
Como a tabela price distribui juros e amortização
A lógica da Tabela Price é simples: a parcela fica constante, mas a composição muda a cada mês. No começo, a parte de juros é maior; depois, a amortização cresce porque o saldo devedor vai caindo.
Se você financiar R$ 250.000 a 1,25% ao mês por 24 meses, a parcela aproximada pela fórmula da Price fica perto de R$ 12.990. A conta vem de PMT = PV × i ÷ (1 - (1 + i)^-n): R$ 250.000 × 0,0125 ÷ (1 - 1,0125^-24).
No primeiro mês, os juros são R$ 3.125 sobre o saldo inicial de R$ 250.000. Se a parcela é R$ 12.990, a amortização inicial fica perto de R$ 9.865; no mês seguinte, com saldo menor, os juros caem e a amortização sobe. É exatamente essa mecânica que a aba Tabela de Amortização mostra linha por linha.
O que a planilha calcula em cada linha
Cada parcela depende do saldo anterior, então a conta só fecha se o mês atual usar o saldo do mês passado. Na prática, a planilha aplica uma sequência de cálculo: juros = saldo × taxa mensal, amortização = parcela - juros, saldo final = saldo anterior - amortização.
Em 24 meses, um contrato desses pode levar o valor total pago para algo perto de R$ 311.760, o que significa cerca de R$ 61.760 em juros. Esse número muda se você alterar taxa ou prazo, e por isso a aba de simulação é o ponto de partida correto.
Por que a parcela igual pode enganar
Quando você olha só para a parcela, parece que todas têm o mesmo peso. Mas, em um financiamento Price, os primeiros pagamentos são mais caros em juros e menos eficientes em baixar a dívida.
Se o prazo subir para 36 meses mantendo R$ 250.000 e 1,25% ao mês, a parcela cai, mas o custo total sobe. A planilha deixa isso visível sem precisar montar a conta na calculadora, porque o efeito aparece no saldo final e no total de juros.
O impacto de juros, IOF e CET no custo do financiamento
Além da parcela, o custo real de um crédito no Brasil pode incluir IOF, tarifas e o CET (Custo Efetivo Total). Em simulações de financiamento, o CET costuma ser o número mais honesto porque agrega encargos que a taxa nominal esconde.
Num contrato de R$ 250.000 com 24 meses, um IOF inicial e adicional pode adicionar alguns milhares de reais ao custo, mesmo que a taxa de juros continue em 1,25% ao mês. Se você tivesse, por exemplo, R$ 2.300 de encargos e tarifas embutidos, o desembolso total já sairia de R$ 311.760 para cerca de R$ 314.060.
Em crédito com garantia, o banco pode vender a ideia de taxa baixa, mas o CET é o que interessa no caixa. A planilha ajuda a comparar propostas de forma objetiva: se uma linha mostra parcela de R$ 12.990 e outra de R$ 12.700, o que importa é o total pago no final e não só a primeira impressão.
Quando o CET muda sua decisão
Se duas propostas têm taxa nominal próxima, mas uma cobra tarifa de cadastro maior, o CET pode inverter a melhor escolha. Em um contrato de R$ 250.000, uma diferença de R$ 1.500 em custos iniciais já muda o resultado final de forma visível.
É por isso que a aba Resumo é tão útil: ela consolida o que sai do seu bolso ao longo do contrato. Você não fica preso à parcela “bonita” e passa a olhar o custo total, que é onde o dinheiro realmente some.
Se houver antecipação, também existe efeito de redução de juros futuros. Quando você amortiza R$ 10.000 no meio do contrato, a economia não é simbólica; ela reduz saldo, encurta juros e altera o total pago nas linhas seguintes.
Onde as famílias mais perdem dinheiro nessa simulação
O erro mais caro é comparar financiamento só pela parcela mensal e ignorar prazo. Em Price, alongar de 24 para 48 meses pode derrubar a prestação, mas elevar muito o total pago porque os juros continuam correndo sobre um saldo alto por mais tempo.
Outro erro comum é digitar taxa “arredondada” sem conferir se ela é mensal ou anual. Se você entrar com 15% ao ano achando que é 15% ao mês, a conta explode; e se confundir 1,25% ao mês com 1,25% ao ano, o resultado fica artificialmente barato. A planilha evita esse tipo de confusão porque a linha da taxa deixa explícito que a entrada é mensal.
Erro de prazo longo demais
Num exemplo de R$ 250.000 a 1,25% ao mês, um prazo maior reduz a parcela, mas aumenta os juros totais. Se o prazo sair de 24 para 36 meses, a economia mensal pode parecer boa, mas o custo final sobe porque você paga juros por mais tempo.
Na prática, isso aparece na planilha como uma sequência mais longa de pagamentos com saldo caindo lentamente. O efeito é fácil de ver quando você compara o total pago na aba Resumo em dois cenários diferentes.
Erro de não acompanhar a amortização
Tem gente que paga a parcela e nunca olha a evolução do saldo devedor. O problema é que, se você não vê a amortização, não entende por que os primeiros meses quase não reduzem a dívida.
Com R$ 250.000 financiados, um pagamento de R$ 12.990 no início pode amortizar menos do que você imagina, porque boa parte vira juros. A planilha mostra isso com clareza e tira o efeito de “só estou pagando e a dívida não anda”.
Também há o erro de usar a parcela como se fosse o custo total do compromisso. Em crédito, a diferença entre R$ 12.990 por 24 meses e R$ 12.990 por 36 meses é grande; a planilha torna essa diferença visível sem linguagem de banco.
Essa diferença fica ainda mais clara ao organizar cada mês na planilha de financiamento de veículo, onde a parcela e o saldo devedor aparecem lado a lado.
Onde apertar primeiro: taxa, prazo ou amortização
As três alavancas que mais mudam o resultado são taxa, prazo e amortização antecipada. Em geral, a taxa pesa mais do que pequenas mudanças de parcela, e o prazo tem efeito direto sobre o custo final porque altera o tempo de exposição aos juros.
Se você reduzir a taxa de 1,25% para 1,15% ao mês em R$ 250.000 por 24 meses, a parcela cai e o total pago também. Numa conta prática, a diferença mensal pode ficar na casa de algumas centenas de reais, e isso vira vários milhares ao final do contrato.
Amortizar costuma render mais que só alongar prazo
Suponha que você consiga adiantar R$ 10.000 no meio do contrato. Esse valor reduz o saldo devedor imediatamente e corta juros futuros, o que costuma ser melhor do que apenas esperar o contrato acabar.
- Se a taxa caiu de 1,25% para 1,15% ao mês, simule o novo cenário na aba Simulador Price.
- Se você antecipar R$ 10.000, observe quanto o saldo final recua na tabela mensal.
- Se o prazo for alongado em 12 meses, compare o total pago antes de aceitar a proposta.
Na prática, a planilha serve para você testar essas três variáveis sem confiar em sensação. O que decide é o impacto em reais no total do contrato, não só a parcela do mês.
Quando a comparação passa a ser o total desembolsado, a análise de moradia fecha essa conta entre alugar e financiar antes de você aceitar a proposta.
Preguntas frecuentes sobre esta planilha
Ela calcula parcelas fixas, juros mensais, amortização e saldo devedor de um financiamento pela Tabela Price. Na aba principal, você entra com valor financiado, taxa, prazo e data de início; depois vê a evolução do contrato mês a mês.
A taxa usada no simulador é mensal, como mostra o campo Taxa de juros mensal (%). Se você tiver uma taxa anual, precisa converter antes: 15% ao ano não é igual a 15% ao mês, e essa diferença muda muito o resultado.
Na Price, a parcela é constante e o juros inicial pesa mais. Na SAC, a amortização é constante e a parcela cai ao longo do tempo; em um financiamento de R$ 250.000, isso altera bastante o fluxo de caixa mensal e o total de juros pagos.
Sim. Você pode mudar taxa, prazo e valor financiado para simular propostas diferentes e comparar o total pago, não apenas a primeira parcela. Em um contrato de R$ 250.000, uma diferença de 0,50 ponto percentual ao mês já gera variação relevante no custo final.
O saldo devedor aparece na aba Tabela de Amortização, mês a mês. Isso permite acompanhar quanto da dívida já foi reduzido e quanto ainda falta pagar em cada etapa do contrato.
Sim, a aba Resumo consolida os totais do contrato. Ali você enxerga quanto foi pago no total, quanto disso virou juros e qual é a diferença entre o valor financiado e o custo final em reais.