Alugar Ou Comprar Imóvel Planilha Excel Grátis
Compara custo de alugar e comprar imóvel em 10 anos, com financiamento, aluguel, condomínio, IPTU e diferença final.
Esta planilha compara, em reais, o custo de alugar ou comprar imóvel ao longo de 10 anos, já considerando financiamento, aluguel, reajuste anual, condomínio, IPTU e seguro. Você vê lado a lado quanto sai cada cenário e qual opção pesa menos no caixa.
Ela traz a aba Comparativo com os cenários, a aba Premissas para ajustar taxas e valores, a aba Resumo com os números consolidados e a aba Instruções para orientar o preenchimento. É o tipo de conta que evita decisão no olho e mostra o impacto real de uma entrada de R$ 130.000, por exemplo.
Na prática, você consegue testar uma compra de R$ 650.000 em São Paulo, um apartamento de R$ 380.000 em Campinas ou qualquer outro cenário que faça sentido para sua renda. A comparação fica objetiva: parcela, custo total de alugar, custo total de comprar e diferença final.
As principais vantagens desta Planilha de Excel
- Compara o custo total de alugar e comprar em um horizonte de 10 anos, em R$, sem depender de achismo.
- Mostra o efeito da parcela do financiamento junto com condomínio, IPTU e seguro/incêndio.
- Ajuda a enxergar o impacto de um reajuste anual do aluguel de 5% a 6%, que muda muito o total ao longo do tempo.
- Permite simular imóveis de R$ 320.000 a R$ 650.000 e adaptar a conta à sua cidade.
- Organiza a decisão em uma visão de fluxo de caixa, para saber quanto sai do bolso por mês.
- Deixa claro o valor financiado, a entrada e o percentual de entrada sobre o preço do imóvel.
- Facilita comparar cenários com taxas de juros anuais entre 10,5% e 11,0%, que alteram fortemente o resultado final.
Guía paso a paso
- Abra a aba Comparativo e escolha o cenário que mais se aproxima da sua realidade. Os campos já vêm preenchidos com exemplos de cidades como São Paulo/SP e Campinas/SP.
- Confira o preço de compra, a entrada e o prazo do financiamento. Em um imóvel de R$ 650.000 com entrada de R$ 130.000, o valor financiado fica em R$ 520.000.
- Revise a taxa de juros ao ano, o aluguel inicial e o reajuste anual. Uma taxa de 10,5% a.a. e um aluguel de R$ 2.800 mudam bastante o custo em 10 anos.
- Preencha condomínio, IPTU e seguro/incêndio conforme o imóvel. Esses itens entram no custo de comprar e não podem ser ignorados.
- Use a aba Premissas para ajustar os parâmetros-base da simulação, se necessário. É nela que você calibra a lógica da conta antes de olhar o resultado.
- Consulte a aba Resumo para ver a comparação final entre alugar e comprar. A diferença em R$ mostra qual caminho pesa menos no período analisado.
- Leia a aba Instruções para repetir a simulação com outro imóvel. Assim você compara mais de um bairro, cidade ou faixa de preço sem perder o padrão de cálculo.
Funciones incluidas
Como funciona a comparação entre alugar e comprar
A lógica da planilha é simples: ela soma todos os gastos de cada alternativa no mesmo período e depois compara os totais. Se você compra um imóvel de R$ 650.000 com entrada de R$ 130.000, o valor financiado é de R$ 520.000; com taxa de 10,5% a.a. e prazo de 30 anos, a parcela mensal fica alta o suficiente para alterar a decisão.
No lado do aluguel, a conta começa em R$ 2.800 por mês e cresce com reajuste anual de 6%. Em 10 anos, isso não fica em R$ 336.000, porque o reajuste corrige a base ano após ano; o custo final fica bem acima do simples multiplicador 2.800 × 120. O mesmo raciocínio vale para comprar: além da parcela, entram condomínio de R$ 650, IPTU de R$ 250 e seguro/incêndio de R$ 45 por mês.
O que entra no cálculo de compra
Na compra, a conta relevante não é só a parcela do financiamento. Você precisa somar entrada, juros embutidos nas parcelas e os custos recorrentes de manter o imóvel, porque isso muda o fluxo de caixa mês a mês.
O que entra no cálculo de aluguel
No aluguel, o peso principal é a mensalidade inicial e seu reajuste anual. Se o aluguel começa em R$ 2.800 e sobe 6% ao ano, ao final de 10 anos a conta já está em outro patamar, o que a planilha mostra de forma acumulada.
Quanto o dinheiro custa no Brasil hoje
Na prática, o custo de comprar imóvel no Brasil raramente é só o preço anunciado. Em financiamentos, a taxa nominal anual de 10,5% a 11,0% muda a parcela, e o CET pode ficar maior quando você embute tarifas e seguros no pacote.
Para este exemplo de R$ 520.000 financiados em 30 anos, uma diferença de 0,5 ponto percentual na taxa anual altera centenas de reais por mês. Se a parcela sai de R$ 4.800 para R$ 4.950, você tem R$ 150 a mais todo mês, ou R$ 18.000 em 10 anos antes de considerar correção e saldo devedor.
Onde o custo fiscal e contratual aparece
Em compra imobiliária, custos como ITBI e registro também pesam na entrada, embora esta planilha foque no custo recorrente mensal e no financiamento. Em aluguel, o contrato costuma prever reajuste por índice de inflação, o que faz a despesa subir ano a ano mesmo sem mudança no imóvel.
Por que o reajuste importa tanto
Um aluguel de R$ 2.800 com reajuste anual de 6% vira aproximadamente R$ 5.013 ao final de 10 anos. Isso não é detalhe: a diferença entre pagar R$ 2.800 fixos e subir nesse ritmo passa de R$ 100 mil no período, e a planilha deixa essa erosão visível.
Onde as pessoas mais erram nessa conta
O erro mais caro é comparar aluguel com parcela de financiamento e esquecer condomínio, IPTU e seguro. Um comprador que olha só a prestação de R$ 4.800 e ignora mais R$ 945 mensais de encargos está subestimando o custo em R$ 11.340 por ano.
Outro erro comum é assumir que o aluguel “fica parado”. Se você parte de R$ 1.800 ou R$ 2.800 e aplica reajuste anual de 5% ou 6%, o valor acumulado cresce rápido. Em 10 anos, isso muda a resposta da decisão, principalmente em cidades com forte pressão de preço.
Erro de olhar só o mês atual
Quem decide só pelo valor do mês atual costuma escolher o cenário mais barato na foto, mas não no filme. A planilha mostra o total de 10 anos justamente para evitar esse viés.
Erro de esquecer a entrada
Também vejo muita gente tratar a entrada como dinheiro “sem custo”. Se você imobiliza R$ 130.000 na compra, esse capital deixa de estar disponível para reserva, emergência ou outro uso financeiro.
Erro de ignorar o custo de manutenção
Comprar imóvel traz custo recorrente que não existe para o inquilino: condomínio, IPTU e seguro. Em um cenário com R$ 650 de condomínio, R$ 250 de IPTU e R$ 45 de seguro, são R$ 945 por mês, ou R$ 113.400 em 10 anos.
Depois de somar condomínio, IPTU e seguro, faz sentido separar esses R$ 945 por mês em controle de gastos por categoria para enxergar quanto da moradia pesa no orçamento total.
Onde mexer para melhorar o resultado
As três alavancas que mais mudam a conta são entrada, taxa de juros e prazo. Se você aumenta a entrada de R$ 130.000 para R$ 180.000, o valor financiado cai de R$ 520.000 para R$ 470.000, e isso reduz a parcela e o custo total.
Outra alavanca forte é a taxa. Em um financiamento de R$ 520.000, reduzir a taxa de 10,5% a.a. para 9,8% a.a. pode economizar algo na faixa de centenas de reais por mês, o que vira dezenas de milhares de reais no horizonte de 10 anos.
Quando vale alongar o prazo
Alongar o prazo derruba a parcela, mas aumenta o juros total. Se você sai de 20 para 30 anos, a prestação mensal melhora no curto prazo, porém o custo final sobe bastante; por isso a planilha mostra o efeito no acumulado.
Quando vale testar uma entrada maior
Se você tem reserva suficiente, elevar a entrada costuma ser a alavanca mais limpa. Trocar R$ 130.000 de entrada por R$ 180.000 libera R$ 50.000 do saldo financiado, e isso reduz a pressão mensal sem aumentar o risco do contrato.
- Use a aba Comparativo para testar diferentes entradas.
- Use a aba Premissas para alterar taxa e prazo.
- Use a aba Resumo para validar a diferença final em R$.
Esse ajuste de entrada também aparece na planilha de financiamento, que recalcula o saldo, a parcela e o custo total conforme o valor financiado muda.
Preguntas frecuentes sobre esta planilha
Sim. Ela compara o custo total de alugar e comprar em 10 anos e aponta a melhor opção para cada cenário, considerando financiamento, aluguel, condomínio, IPTU e seguro/incêndio.
Entram preço do imóvel, entrada, valor financiado, taxa de juros, parcela mensal, condomínio, IPTU e seguro/incêndio. Em um imóvel de R$ 650.000, por exemplo, a combinação desses itens muda muito o total final.
Sim. O campo de reajuste anual do aluguel permite simular aumentos de 5%, 5,5% ou 6% ao ano, o que altera fortemente o custo acumulado em 10 anos.
Sim. Você pode substituir os exemplos de São Paulo/SP, Campinas/SP, Belo Horizonte/MG, Porto Alegre/RS, Curitiba/PR e Recife/PE pelos seus próprios números, mantendo a estrutura da conta.
Sim. Ela mostra quanto a entrada representa sobre o valor do imóvel, o que ajuda a enxergar se você está financiando 70%, 80% ou outra fatia do preço.
Para quem está entre dar entrada em um imóvel ou continuar no aluguel e quer decidir com base em números. Se você precisa comparar uma compra de R$ 400.000 com um aluguel de R$ 1.900, a planilha deixa essa decisão objetiva.